Penso, dobro as mangas e faço por mim no fazer pelo outro. Assim me encontro comigo e amanheço mais ensolarada a cada tempo que vem e passa. Não passo, faço poemas, crônicas, movimentos por um mundo mais limpo, lindo, solidário e justo. Equilíbrio é o que busco andando no fio da navalha, descansando na corda bamba. Amo o quanto aprendi amar e quero mais.
5 de dez. de 2008
Primeiro inverno
passos que não posso dar portas que não posso abrir pés suspensos no ar vento cansado de ouvir
cegas janelas abertas chuva de vez na estação alma torcida de véspera roupa lavada à mão
Um comentário:
Márcia, amei Poema Falso e este daqui também (casa perfeito com a ilustração!). Gosto demais quando tuas linhas voam soltas assim...Sigo com elas. Bjs
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