31 de mai de 2010

Show Timbres e Temperos na véspera do feriado

Joãozinho Gomes, Enrico di Miceli e Patrícia Bastos estarão no próximo dia 02 de junho, na casa de Choro Ceará da Cuíca com o show “Timbres e Temperos”. O show faz parte da turnê que os artistas estão levando para algumas capitais do país através do projeto SESC Amazônia Legal que está facilitando o intercâmbio cultural entre estados da Amazônia Legal levando teatro, exposições, dança e música.

O convite para que Joãozinho, Enrico e Patrícia participassem do projeto aconteceu em 2009, quando coordenadores de cultura dos estados da Amazônia se reuniram em Macapá e assistiram a uma apresentação dos artistas e se encantaram com o que foi mostrado. Antes, eles já mantinham uma relação profissional com a entidade participando de festivais e das atrações culturais.

Reconhecidos como alguns dos responsáveis pela propagação da música amapaense de qualidade dentro e principalmente fora do Amapá, os três artistas fizeram sucesso em 2009 no Projeto Pixinguinha. No prestigiado show, Joãozinho, Patrícia e Enrico apresentaram o repertório dos discos “Amazônica Elegância”, de Joãozinho e Enrico e “Eu Sou Caboca”, de Patrícia Bastos.

A turnê iniciou em São Luis, em abril, e agora será a vez dos amapaenses. Do Amapá segue para o Pará, dia 21, Amazonas, dia 23 e dois dias depois chega à Tocantins. Piauí recebe os artistas no dia 13 de setembro e em 13 de novembro a turnê encerra no Acre. Os cantores levam uma banda formada pelos músicos amapaenses Alan Gomes,Fabinho, Valério de Lucca e Bibi, todos com uma extensa e reconhecida carreira artística. Os três fazem um único show mas a direção musical é dividida. Alan Gomes dirige a apresentação de Joãozinho e Enrico e o paulista Dante Ozzetti dirige Patrícia.

Serviço

Show Timbres e Temperos
Local: Casa de Choro Ceará da Cuíca
Hora: 22:30
Mesa: R$ 50,00

Mariléia Maciel
Assessora de Comunicação
Mais informações: 8116-6687

30 de mai de 2010

Canto coral

O Serviço Social da Indústria (SESI - AP) e a Federação das Indústriasdo Estado do Amapá (FIEAP) estão formando um grupo de Canto Coral, com os colaboradores do Sistema. A aula inaugural aconteceu dia 26.As aulas serão ministradas no SESI, sob a regência do Prof. William, às segundas e quartas feiras, das 15 às 16 horas. O grupo será constituído por 30 integrantes. Informações através do telefone 3084-8819.

29 de mai de 2010

Sombras

The Garden Windbreak
Nem tão assombroso desnudar-se
À sombra do amparo do amor
Morre-se em flor ao beijar-se
Tanto que é morte sem dor
Na sombra do amor derramar-se

28 de mai de 2010

Festival de música mobiliza comunidade escolar

Alunos da Escola Estadual Esther Virgulino, localizada no bairro São Lázaro, participam do Festival Amador de Música do Esther - FEAME, que há três anos mobiliza estudantes e funcionários da escola em uma verdadeira maratona cultural que envolve quase todas as disciplinas, faz com que os alunos se dediquem mais à pesquisa e desenvolve o talento dos participantes.

O FEAME é um projeto dedicado à área de linguagens onde professores de língua portuguesa, literatura, artes, educação física, e línguas inglesa e espanhola trabalham em conjunto com os alunos, primeiramente um tema, que este ano foi “Amapá Terra de Encantos”. Este tema é pesquisado e discutido não apenas na área de linguagens, mas também na geografia, história e outras que podem servir de base para que os alunos o explorem.

Divididos em grupos, neste ano cada um pesquisou sobre um município, decidido através de sorteio, e a partir das pesquisas nas áreas de história, conhecimento gerais e geografia, iniciaram o processo de construção de poesias e composições que foram musicados, ganharam melodia e interpretação, tudo feito pelos alunos com a orientação de professores e profissionais.

A escola, localizada em área de periferia na Zona Norte tem 1.400 alunos de todas as faixas etárias no ensino médio nos três períodos. A pedagoga Gisele Menezes acredita que este tipo de projeto é importante em todos os aspectos para a escola. “Integra alunos e professores, promove um ensino de maior amplitude e ainda evita a evasão escolar além de ser uma oportunidade de descobrir novos talentos”, fala a Gisele.

A escola é campeã em iniciativas desta natureza. Além do FEAME, a direção da escola implantou com sucesso os projetos Eureka, que desenvolve raciocínio na área científica; o ETEC, que desenvolve ações voltadas para formação tecnológica; o Árvore da Vida, que traz para a escola idosos da vizinhança para participar de oficinas e palestras e mais três projetos nas áreas de saúde e sexualidade, conservação ambiental e esportes.

Dos 30 grupos que iniciaram no projeto, estão na final somente 10, que disputam o primeiro lugar neste sábado. A premiação não está definida porque para garantir o recurso para a aquisição do prêmio os próprios alunos fazem rifas e promoções que precisam ser finalizados. A final será no sábado, na quadra da escola com apresentação das finalistas e terá a participação especial do artista Zé Miguel.

Mariléia Maciel

Assessora de Comunicação

Planetário SESC

Já foi ao Planetário SESC? Ainda dá tempo. O Planetário SESC apresenta um enorme potencial pedagógico, permitindo aos visitantes participarem ativamente das discussões que podem acontecer durante as exibições em vídeo, palestras, oficinas e apreciação nas exposições.

TEMAS
Identificação de estrelas;
Identificação de constelações;
Contagem e marcação do tempo a partir das estrelas;
Identificação das fases da lua;
Mudanças que acarretam as diferentes fases da lua;
Observação e identificação dos planetas;
Principais concepções científicas sobre a origem do universo.

O Projeto SESCiência é uma iniciativa do Departamento Nacional do SESC, cujo objetivo educacional é levar à clientela uma visão renovada da Ciência, de forma acessível e dinâmica, fornecendo ao indivíduo instrumentos para a compreensão de sua realidade e do mundo em que vive. Implantado em l987, vem sendo aperfeiçoado ao longo desse período, ampliando as parcerias técnicas e institucionais. Vem, portanto, recebendo a colaboração de instituições como o CENDOTEC – Centro Franco Brasileiro de Documentação Técnica e Científica, o Museu Histórico Nacional, a Fundação Espaço Ciência Viva, Espaço UFF de Ciências, IBM do Brasil e Museu do Telefone do Rio de Janeiro, Atelier de Brinquedos Científicos e Tecnorama.

Período de exposição do Planetário:
Local: Escola SESC Antonio Oliveira Santos
Data: 20 a 28/05/2010
Hora: 08h às 12h, de 14h às 18h, e de 18h30 às 21h.

Local: Universidade Estadual do Amapá - UEAP
Data: 31/05 a 11/06/2010
Hora: 08h às 12h, 14h às 18h, e de 19h às 21h.

27 de mai de 2010

Fingimento

Tela de Max Pirner
Tenho os pés deslizantes
É viscoso o chão que os desampara
Adiante cresce o abismo infindo
E a morte do amor

nasce e morre no medo
Ainda que abra os braços ao vento
Todo alento que bate é fingimento
Finge o vento que acolhe a alma
Finge a alma que recolhe o vento

Espetáculo "Terranegra" de Tocantis chega a Macapá

Após o sucesso no Festival Internacional de Teatro de Curitiba, o Espetáculo “Torrenegra”, da Cia. Cenaberta de Teatro, com patrocínio do Banco da Amazônia, chega a Macapá. Após a apresentação o elenco realizará um bate-papo com o público interessado em saber o processo de pesquisa da montagem.

Torrenegra
O espetáculo conta que após assaltarem um banco, três homens, cientes de terem executado um plano perfeito, se refugiam no subsolo da casa de um deles. Contudo, por ironia, ficam presos no esconderijo que criaram, sem a possibilidade aparente de saírem do local.
Diante da iminência da morte, relembram histórias onde seus antepassados tiveram de enfrentar situações semelhantes e tentam agarrar, a todo custo, um tênue fio que os conduza à liberdade e à vida. Um engodo, um erro de estratégia ou a hora deles havia chegado? O absurdo da situação, as mudanças de rumo, a verdade que não se quer encarar, o humor nervoso e o ambiente estranho dão a Torrenegra um insólito tempero.

Ficha técnica:
Direção: Ana Isabel FriedlanderTexto: Wilson FumoyAtores: Kaká Nogueira, Ronaldo Araújo e Thiago OmenaIluminação: Lúcio SoaresSonoplastia: Frederico PatriarcaCenário: Ana Isabel FriedlanderTrilha sonora: Antônio Carlos AvenaFigurinos: Gláucia Parente e Iara Malimpens
Produção: Produza, produções e marketing

Serviço:
Espetáculo Torrenegra
Cia Cenaberta – TC
No salão de eventos do Sesc Araxá
Dia 28 de maio de 2010
Sessões: 19 e 21 horas
Ingresso: 01 kg de alimento não-perecível

23 de mai de 2010

Confraria Tucuju: Sarau de maio terá Lia Sophia e clássicos do brega

Grandes shows, poesia e exposições aguardam o público no segundo Sarau do Ponto de Cultura Largo dos Inocentes, em parceria com o SESC Amapá. O evento vai acontecer dia 28 de maio (sexta-feira) no SESC Centro, a partir das 20 horas. A noite começa com apresentação do Quarteto da Bossa e termina com show da cantora Lia Sophia. O Sarau de maio fará homenagem ao poeta Sílvio Leopoldo e receberá noite de autógrafos da obra “Adoradores do Sol”, de Fernando Canto. A entrada é franca.

O poeta
Sílvio Leopoldo nasceu em Belém, dia 25 de fevereiro de 1953, mas passou a infância e a juventude em Macapá. Formou-se em Biblioteconomia e Direito. Poeta e compositor, publicou os livros: Primeiros Poemas (1967); Velas do meu Mar (1970); Lira Ligeira (1976); Era uma Vez num Fundo de Gaveta (1990); Cantares do Bordel (1999); Evocação de Ajuruteua (2007) e tem participação em três antologias poéticas.

Na música seu nome está gravado na história de vários festivais. Finalista do I Festival Universitário de Música e Poesia do Pará (1974); Primeiro e segundo lugar no V Festival da Canção Amapaense (1975). Tem composições de gravadas em disco. Segundo o escritor Paulo Tarso Barros, “a poesia de Sílvio aborda temas sociais, políticos, mas sua tônica fica mesmo por conta do lirismo simples e direto que consegue transmitir através dos seus versos”.

Sílvio Leopoldo residia em Belém, onde faleceu no dia 12 de outubro de 2007, três dias após o lançamento do livro “Evocação de Ajuruteua”.

O escritor
Fernando Canto é um dos escritores com maior produção literária no Amapá. Alia ao conteúdo sociológico e histórico de suas obras uma linguagem poética que as torna mais atraentes. Recentemente lançou “Adoradores do Sol – Novo textuário do meio do mundo”. A obra reúne textos originalmente publicados na imprensa com temas variados. No Sarau da Confraria o escritor fará noite de autógrafos.

Quarteto da Bossa
No show de abertura, às 20 horas, o Quarteto da Bossa vai brindar o público com grandes clássicos do samba-canção e da bossa nova. Formado por Jefferson Chermont, Cristina Monteiro, Michelle Barbosa e Raimundo Chermont, o grupo surgiu em 2004. A união de quatro amigos fãs da bossa nova resultou no CD “Bossalizando” e em vários convites para shows. Será a segunda apresentação do Quarteto no Sarau da Confraria.

Lia Sophia
A cantora Lia Sophia virá a Macapá lançar seu terceiro Cd, “Amor Amor”, que traz regravações de grandes clássicos da música brega da região Norte. Cantora, compositora e instrumentista, pesquisou o universo do brega para extrair clássicos do estilo, como “Ao por-do-sol”, dando a eles uma roupagem contemporânea em termos de musicalidade. A artista lotou o Teatro Margarida Schivasappa do Centur, em Belém, com esse show. Em Macapá fará duas apresentações, uma na sexta-feira (28), durante o Sarau do Ponto de Cultura Largo dos inocentes, no SESC Centro, a partir das 22 horas e outro no sábado (29) na Casa de Chorinho Ceará da Cuíca.

ASCOM/Confraria Tucuju

21 de mai de 2010

Reinventar a infância em nome dessa dor

Foto: Paul Kennedy
Vou começar por esse incômodo, quase uma dor, aqui no peito. Acabou ainda há pouco a coletiva de imprensa de promotores de justiça e delegados de polícia sobre o caso de triplo homicídio tendo como vítima a família Konish. Um gole de café pra tirar a secura da garganta e dar algum alívio ao paladar. Lembro de palavras e expressões do promotor Flávio Cavalcante, emocionado, tenso, às vezes trêmulo.

Naquele momento ele representava uma sociedade, ou parte dela – há quem se lixe - atônita com a barbárie que envolveu o crime. Uma mulher de 34 anos e seus filhos, um rapaz de 17 e uma menina de 11 esfaqueados dentro de casa por um “amigo” da família. Pela versão final da investigação, Wellington Raad, 19 anos, confessou os crimes, mas não revelou as causas nem os detalhes de sua ação.

Volto ao incômodo no peito e penso em algo sobre onde está a humanidade dentro de cada um de nós. Onde esse arcabouço de valores morais, sentimentos e limites éticos, alicerçados por alguma racionalidade se esconde para que possamos acessá-lo, ou perde-lo de vista, em momentos cruciais? Jogos Mortais I, II, III, IV, V e VI eram filmes locados por Wellington em seqüência.

Quantos adolescentes assistem a esses filmes e outros de teor inexplicavelmente violento como lazer em família? Quantas mentes juvenis, nesse exato momento, estão sendo estimuladas ou induzidas a atos de horror como num jogo ficcional onde tudo acaba num letreiro na tela? As estatísticas provam que drogas e álcool estão na origem de muitos crimes. A psicologia e a psiquiatria provam que cenas violentas repetidamente assistidas modificam a sensibilidade e o psiquismo humanos. À exceção das drogas, o álcool e as cenas são lícitos.

Tem também um oco na alma dos amapaenses, aqueles que nasceram aqui e aqueles que desde a infância vivem e ainda guardam a lembrança de um lugar de atmosfera leve e quase ingênua. Onde a liberdade nas brincadeiras de rua possibilitava experiências de convívio humano, que alicerçavam esse arcabouço de valores tão importante e vital.

Laços de gente com gente, não de uma mente solitária com a tela de um computador ou de uma TV. Gente de mãos dadas brincando de roda, pernas correndo no pira-esconde, bandeirinha, queimada, bola no quintal, no campinho da outra rua, goiabeira, mangueira alta com risco de cair, banho de igarapé. Desafios reais e saudáveis vivenciados e absorvidos. Construção de alguma humanidade.

Antes de cometer os crimes, Wellington jogava vídeo-game com uma das vítimas. Tiremos as crianças da frente da TV!!! Controlemos os horários de exposição à internet!!! Vigiemos os jogos virtuais!!! Dá vontade de gritar bem alto. Salvemos os quintais e as pracinhas!!! Outro grito mudo. Olhemos bem dentro dos olhos de nossos filhos e os reconheçamos em nós!!!

O mais difícil para essa sociedade atônita é admitir que está de tal forma degenerada, que não mais responde pelos sinais bucólicos de um passado bem recente. Que já produz seres humanos cuja humanidade perdeu-se nalgum canto escondido da alma, escuro e triste. Que Macapá não é mais a cidade das ruas descalças onde seu povo pacato era incapaz de um ato atroz.

Não foi ninguém de fora, um estrangeiro, um estranho. Não foi um fugitivo da penitenciária com ficha corrida. Não foi um crime encomendado e executado por matadores profissionais. Foi alguém de dentro, do convívio em comunidade, com a ficha criminal limpa. Alguém que pode ser qualquer um. Uma alma profundamente doente.

Ainda com o peito acanhado e sem nenhuma vontade de entrar nos detalhes do crime, necessários para a matéria jornalística, penso em lições, sempre nelas. Há que se tirar algum aprendizado dessa dor coletiva. Rever a infância das gerações que ainda estão em formação, repensar e represar os conteúdos fartamente oferecidos pelos meios de comunicação às crianças e aos adolescentes, impor limites e regras de convívio humano, reensinar a velha e tão nova lição do Cristo: amar ao próximo como a si mesmo.

Lia Sophia lança cd Amor Amor em Macapá


Lia Sophia vem a Macapá lançar o seu terceiro Cd, “Amor Amor”, que traz regravações de grandes clássicos da música brega da região Norte, trabalho que a artista encarou como um grande desafio. “Esta é uma volta ao passado com um olhar atual”, diz Lia. Nascida na Guiana Francesa, criada em Macapá, ela reside em Belém desde a adolescência onde aperfeiçoou seu talento, começou a carreira profissional e produziu outros dois cd’s.

Lia Sophia é cantora, compositora e instrumentista e neste trabalho fez a direção artística. Por três anos pesquisou o diversificado universo do brega do Norte do Brasil e o resultado foi a releitura da música brega de maneira contemporânea e ousada nos arranjos e sonoridade. Misturando elementos da música eletrônica com a percussão de ritmos regionais como o lundu e o marabaixo, Lia Sophia imprime personalidade na interpretação e surpreende nos arranjos. “A temática brega está sendo bem recebida, é um universo vasto, fala de amor, dor de cotovelo, até crítica política”, diz Lia.

O cd traz regravações de clássicos que ainda hoje fazem sucesso, como “Tchau, tchau amor”, “Amor,Amor”, “Minha Amiga” e "Ao por-do-sol", entre outras músicas conhecidas. A artista fez o lançamento com sucesso no Pará, onde lotou o Teatro Margarida Schivasappa. Em Macapá terá a participação dos cantores amapaenses Cleverson Baia e Osmar Júnior. O show de lançamento está sendo produzido pela Bacabeira Produções e conta com o patrocínio da Confraria Tucuju e do Sindicato dos Bancários.

Acompanham Lia Sophia a banda formada pelos músicos Adelbert Carneiro (contrabaixo), Edvaldo Cavalcante (bateria), David Amorim (guitarra), Jacinto Kahwage (teclado) e o Dj Pro.Efx. “É um grande prazer fazer esse show na cidade onde cresci, uma realização pessoal, aqui dei os meus primeiros passos na música e trago as lembranças nessas canções”, fala Lia. No dia anterior (28) ela faz show no Sarau da Confraria Tucuju, no Sesc Centro.

Serviço:
Show Amor Amor,com Lia Sophia
Local: Casa de Choro Ceará da Cuíca
Data: 29 de maio
Mesas: R$ 80,00. Antecipadas até 23 /05: R$ 60,00.
Individuais: 25,00
Postos de venda: Sorveteria Jesus de Nazaré e no local do show.

Mariléia Maciel
Assessora de Comunicação

20 de mai de 2010

Nivito Guedes faz show nesta sexta na Casa de Chorinho Ceará da Cuíca


O cantor e compositor amapaense Nivito Guedes faz show e interpreta músicas de seus cd’s “Todas as Luas” e “Tô em Macapá”, e as que estarão em seu terceiro trabalho, o inédito “Nivito Guedes-Coletânea”. Com 15 anos de carreira profissional, Nivito é um músico que tem o talento no sangue e sempre viveu num ambiente familiar totalmente musical. Filho de Ernani Guedes, ele mostra que não herdou somente o nome do violinista. Nivito aperfeiçoou seu talento ainda jovem, aos 8 anos recebeu instruções musicais de Mestre Oscar Santos e estudou vilão clássico no Conservatório Amapaense de Música.

Com participação em diversos festivais de música, Nivito tem nome respeitado no meio musical não somente de Macapá, já fez shows com sucesso em Belém, São Paulo, Campinas e Fortaleza. Nesta última capital, Nivito participa há quatro anos da Feira Internacional da Música Independente. No Amapá, sua composição “Tô em Macapá” é tida como um hino em homenagem à cidade e seus moradores.

O show será totalmente autoral, de composições com ritmos irreverentes que tem traços que mesclam a cultura amazônica com outros estilos musicais brasileiros. Percebe-se a influência da cultura musical indígena, do marabaixo, batuque, zimba, carimbó, merengue a ainda de ritmos caribenhos. O artista espalha estes estilos em seus reggae, pop-rock, xotes e baladas românticas.

O show que também se chama “Tô em Macapá” será na Casa de Cultura Ceará da Cuíca, dia 21 de maio, às 22:00. No palco com o artista, a banda que o acompanha em shows fora do Amapá, formada pelo percussionista Renato Canela, o guitarrista Rafael e o baixista Rogerinho. O violão é responsabilidade do cantor. As mesas estão sendo vendidas a R$ 40,00 e o ingresso individual custa R$ 15,00.

Mariléia Maciel

Historiador lança livro de fotogtafias sobre a Ilha de Santana


“Um Olhar Etnofotográfico Sobre a Ilha de Santana” é um livro bilingue (português e francês) organizado pelo historiador e escritor Augusto Oliveira que tem como proposta registrar e divulgar aspectos culturais da comunidade de ribeirinhos da Ilha de Santana em seus mais variados aspectos sob o olhar de acadêmicos de Turismo. A novidade está no olhar etnográfico associado à linguagem fotográfica. “Nas oficinas com meus alunos do curso de Turismo procurei dar uma nova perspectiva para o ensino da antropologia e da cultura local. Juntei minha experiência com pesquisas de campo nas comunidades tradicionais e a minha paixão pela técnica e arte fotográficas, assim­ surgiu esse olhar etnofotográfico sobre aquela gente muito acolhedora da Ilha de Santana”, diz Augusto Oliveira.


O trabalho inicialmente rendeu uma Mostra Competitiva dos trabalhos acadêmicos com exposição e premiação. Esta etapa acadêmica com alunos mostrou-se tão expressiva na qualidade que foi pensada para se transformar em um registro mais duradouro, assim nasceu a idéia do livro. “O trabalho transformou muitos acadêmicos em autores de uma bela e interessante obra sobre a cultura do nosso Estado. A versão em francês, feita por Katiuscia Fernandes, é mais um atrativo. Amplia a possibilidade de divulgação da nossa cultura para outra lí­ngua” continua Augusto.


A edição ficou por conta da recém criada Editora Genildo Batista, que estréia no mercado amapaense com essa obra. A editora foi criada para divulgar os trabalhos acadêmicos de graduação e pós-graduação aqui no Amapá e se prepara para lançar seu segundo tí­tulo, agora na área de arqueologia do Amapá.


“Um Olhar Etnofotográfico Sobre a Ilha de Santana” se destina a um público bastante diverso: pesquisadores, professores, alunos e todos que apreciam uma boa leitura sobre o nosso lugar e a nossa gente. O lançamento e noite de autógrafos será no dia 20 de maio (quinta), às 19 horas na Fortaleza de São José. O preço do exemplar no lançamento será de R$20,00. Na ocasião haverá atrações musicais e poéticas.


Mariléia Maciel

Assessora de Comunicação

18 de mai de 2010

Osmar Júnior e Francisco Lino: Menestréis do Laguinho

Francisco Lino e Osmar Júnior são os artistas laguinenses protagonistas do show “Os Menestréis do Laguinho” cantando relíquias musicais da cultura amapaense. Os dois são donos de histórias de vida contadas e cantadas que estão na memória não somente de quem mora no bairro Laguinho, mas de qualquer cidadão amapaense. Fundador e presidente de honra da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, Francisco Lino é autor de sambas que estão imortalizados tanto quanto ele próprio no carnaval. Osmar Júnior faz parte de uma geração talentosa e ousada do bairro que mostrou através da sua arte, os cantos, personagens e a cultura do Amapá, em especial do Laguinho.

As histórias dos dois se cruzam a partir das ruas e bares do bairro, do amor pela Universidade, vivência com tocadores e cantadores de caixas de marabaixo e batuque e entrosamento perfeito com os moradores, estas experiências são matérias-primas traduzidas pelos artistas em suas obras. Igarapé das Mulheres, Pedra do Rio e Festejo, são apenas algumas das canções de Osmar Júnior que mesmo começando cedo sua trajetória musical, aos 17 anos, nunca deixou de estar em evidência, seja através de parcerias com outros músicos, participação em festivais ou lançamento de cd’s de sua autoria.

Herdeiro de história de luta no início da cidade que carrega nas veias o sangue poético e desbravador de seus antepassados, Francisco Lino, neto da parteira Mãe Luzia, sempre esteve presente nos acontecimentos do bairro. Foi nas festivas noites laguinenses em companhia de outros ilustres moradores que nasceu a Universidade Boêmios do Laguinho, sambas poéticos em homenagem ao bairro e uma história que se confunde com a do Laguinho.

Os dois estarão no mais rico encontro de talentos do bairro, o show “Menestréis do Laguinho”, produzido pela Sônia Canto Produções, com direção musical do maestro Manoel Cordeiro, direção artística de Thomé Azevedo e participações especiais de Carlos Piru, Macunaíma, Neck, Ilan e Tyson Tiassu. No palco acompanham os artistas a banda formada por Taronga, Beto Sete Cordas, Carlinhos Bababá, Ceará da Cuíca, Nena Silva, Pelé e Nel. O show será na sede do Centro de Cultura Negra do Amapá, no Laguinho, dia 28 de maio, às 22:00. Mesas estão sendo vendidas a R$ 40,00 e individual custa R$ 15,00. Contatos pelos fones: 3225-6733/8111-0695

Sorveteria Jesus de Nazaré

Banca do Ceará – praça Veiga Cabral

Bar Calçadão do Valdir – Esquina da General Rondon com General Osório.

Mariléia Maciel

Assessora de Comunicação

15 de mai de 2010

Conto: A dona da casa


Por Menal Ton Braff


O silêncio é sua escuridão, por isso viver tornou-se um exercício diário, meticuloso, em que tateia com os pés o piso frio da cozinha, não vá acordar a mãe. Desde o divórcio, vem apalpando a medo os dias e os vazios na consciência da velha mãe, com quem decidiu morar, aproveitando uns restos de responsabilidade familiar. Nossas velhices são amparos mútuos, dizia às vezes, em tom de brincadeira, pois sabe-se tão jovem que nem chegou a pensar ainda em aposentadoria.

Depois de abrir a porta dos fundos, costumava entrar pela cozinha, enfia a mão no espaço escuro, acende a lâmpada e entra com silêncio de ladrão experiente. É preciso fazer um lanche para poder dormir. Lava as mãos sujas de giz na torneira da pia e, mesmo sem enxugá-las, põe a frigideira untada de óleo sobre o fogão. Um ovo mexido com pão é tudo que sua mente cansada e o estômago vazio ambicionam.

Quando o grito estremece o ar iluminado da cozinha, Isaura olha assustada para trás.

− Vagabunda!

A guedelha revolta e toda ela amarrotada pela cama, sua mãe aparece estátua na porta completamente viúva. Isaura não deixa de mexer o ovo na frigideira, fingindo não ter ouvido o insulto, mas sua cabeça baixa permite um olhar de esguelha, por cima do ombro, tendo a mãe como alvo.

− Sua porca vagabunda. Pensa que eu não sei? Meu dinheiro, sua ladra, devolva meu dinheiro. Roubou meu dinheiro pra sustentar aquele animal. Vamos, estou esperando. Você não está ouvindo? Quero meu dinheiro de volta.

Exausta, a velha interrompe os gritos esganiçados e a cozinha fica sendo quase uma cozinha comum: mãe e filha antes de dormir. O ruído do garfo mexendo o ovo na frigideira e a respiração ruidosa da mãe. Nada mais. Além disso, apenas o rumor noturno da cidade, e a amplidão, com suas estrelas distantes e silenciosas, uma aragem fria quase imóvel.

A velha desce os dois degraus para o piso da cozinha, disposta a resolver o futuro de suas vidas.

− Sua ladra! Pensa que vai me matar pra ficar sozinha na minha casa? Esta casa é muito minha, entendeu? Você se meteu aqui dentro pra depois trazer aquele sujo pra cá, pensa que eu não descobri? Mas eu sei me defender, sua vaca. Conheço muito bem suas intenções, vagabunda. E o meu dinheiro, o que você fez do meu dinheiro?

A velha fala e lentamente contorna a mesa, no centro da cozinha. Isaura, mesmo mexendo o ovo na frigideira, não perde de vista sua mãe. Sabe que entrar naquele jogo a excitará ainda mais, por isso não responde tampouco encara a velha de frente. Evita qualquer movimento que possa exacerbar aquele surto de ódio, imitando um poste sem lâmpada, desses, pouco mais que inúteis, que não se fazem notar.

Isaura desliga o fogo, sem coragem de mover os pés. A mãe aproxima-se do armário, os olhos lacrimosos num rosto pálido e enrugado.

− A casa pra botar homem aqui dentro. Sei muito bem. Acaba comigo e toma conta da minha casa. Anda por aí, a noite toda, fazendo o quê, sua vagabunda?

A pressão no peito de Isaura cresce sufocante, mas segura as lágrimas, muda, por isso esquece a fome, o sono, moída de dó da velha, que um dia foi sua mãe. Então a ouve chamar para dentro, o dia morrendo, seu rosto esbraseado, correndo entre as amigas da rua, gastando os excessos de energia. Sente na face o beijo de boa-noite, as mãos da mãe ajeitando-lhe no corpo o cobertor.

Parada na frente do fogão, a mulher aperta as têmporas com as duas mãos, a testa enrugada, sem conseguir entender o sentido de tudo aquilo. Pagava o quê, com o sofrimento?

A velha abre uma gaveta do armário, onde enfia a mão direita, que volta com a faca de ponta, sua faca de cortar carne.

− Antes sou eu que acabo com você, vagabunda!

O magro braço erguido faz um movimento rápido, de que Isaura se esquiva. Em seguida desfere uma bofetada no rosto da mãe, que se amontoa sentada no piso frio da cozinha. A faca voa para longe e a mão vazia abre e fecha os dedos, impotente. Sentada sobre sua vida e assombrada por seus temores, a velha fica chorando baixinho enquanto a noite escorre do céu.

Publicada originalmente em: www.revistabula.com

14 de mai de 2010

Marilene Azevedo apresenta show Samba na Medida Certa

O show “Samba na Medida Certa” está de volta ao palco do Bar Teatro Carinhoso nesta sexta-feira, 15 de maio. Marilene Azevedo é a artista que interpreta sambas imortais de compositores de todo o Brasil, inclusive do Amapá. Intérprete conhecida no meio musical, Marilene fez parte de um dos grupos mais tradicionais do Estado, o Pilão, mas já fez parceria com outros cantores.

Nascida no Laguinho, Marilene faz parte de uma família onde a música sempre esteve presente. Desde jovem aperfeiçoou seu estilo cantando sambas em apresentações familiares e aos poucos fora da roda caseira. É a segunda vez que Marilene Azevedo apresenta o show, que é um sonho que a artista realiza. Funcionária pública, ela diz ser difícil conciliar as duas profissões com a mesma dedicação, mas sempre uniu a sobrevivência ao gosto pelos palcos.

No primeiro show, em março, ela lotou o Carinhoso com amigos e amantes do samba. Desta vez, Marilene interpreta Jorge Aragão, Candeia, Roberto Ribeiro e outros sambistas consagrados. Como participação especial ela recebe Francisco Lino, Dom Eládio, Marionaldo Azevedo e Mirene.

Serviço:

Show Samba na Medida Certa

Local: Bar Teatro Carinhoso

Hora: 21:00

Data: 14 de maio

Entrada: R$ 10,00

Por Mariléia Maciel

Festa do Tambor: 65 anos de criação oficial do bairro Laguinho

Festa do Tambor, neste final de semana no Laguinho, comemora 65 anos de criação oficial do bairro. O calendário dos festejos iniciou em abril com o a I Copa Tambor de Futsal, na sede do Clube São José. Participaram 16 times representando entidades e pontos culturais do bairro. No último domingo, 9, aconteceu a semi-final que teve como resultado Tio Duca e grupo Sambarte que disputarão a taça de campeão no próximo dia 16.

No dia 13 de maio, quinta-feira, na Câmara de Vereadores houve sessão solene em homenagem à data de criação do bairro, uma proposta da vereadora Cristina Almeida (PSB). Sexta-feira, 14, na sede do Centro de Cultura Negra do Amapá, a partir das 08:00 terá exposição fotográfica e histórica do bairro, varal de poesias, lançamento de livro, palestras e apresentação teatral. Alunos de escolas públicas foram convidadas para fazerem visita.

A partir das 19:00 haverá a abertura oficial com homenagens aos moradores mais antigos. Logo após iniciam os shows com: Marabaixo do Artur, Banda Afro-Ritmo, Marabaixo do Pavão, Batuque do Raízes do Bolão, Osmar Júnior e Sensasamba. No sábado durante todo o dia continuam as exposições e à noite começam as atrações culturais. Sobem ao palco a Banda Afro Brasil, Cia de Dança Afro-Baraká, escolas de samba Boêmios do Laguinho e Estilizados, grupo Raimundo Ladislau, grupo Pilão, Fernando Canto e Sambarte.
A Festa do Tambor está sendo organizada por moradores do Laguinho e as atrações artísticas são do bairro. A festa é aberta a todos. A camisa da festa está a venda no Calçadão do Valdir, na esquina da Igreja São Benedito, ao preço de R$ 10,00.
Mariléia Maciel

13 de mai de 2010

Nivito Guedes na Casa do Chorinho

A Casa do Chorinho Ceará da Cuíca

Apresenta

NIVITO GUEDES

O melhor da música Amapaense

Data: 21/05/2010 (sexta-feira)

Hora: 22:00h.

Local: Av. Piauí, 971 – Pacoval

12 de mai de 2010

Zé Miguel cativa público de Porto Velho em “Gente da Mesma Floresta”


Por Joel Elias

Porto Velho (RO) — O lançamento do DVD “Gente da Mesma Floresta”, em Porto Velho (RO), no último sábado, 08, no Mercado Cultural, mostrou o avanço conquistado pela música amapaense fora do Estado. Capitaneado pelo paraense Nilson Chaves, o espetáculo colocou no palco artistas de seis estados da Amazônia, entre eles, Zé Miguel, representando o Amapá.

Gravado pelo projeto Itaú Cultural, em parceria com a gravadora Olho de Boto, na capital rondoniense o lançamento do DVD foi realizado com o apoio da prefeitura local e do Sesc/RO. Além de Nilson Chaves e Zé Miguel, também participam do projeto, os artistas Bado, de Rondônia, Célio Cruz (AM), Eliakin Rufino (RR) e a cantora Graça Gomes (AC).

O DVD Gente da Mesma Floresta, o 11º da coleção Toca Brasil, faz o registro de seis expoentes da música amazônica, reunidos em abril de 2006, e apresenta 19 músicas. Foi a primeira vez que os seis se reuniram para tocar juntos.

Aberto por Nilson Chaves, o show ganhou o público depois que Zé Miguel entrou em cena. Em músicas como “Pérola Azulada” (parceria com Joãozinho Gomes) e “Meninas do

Amazonas” (assinada também por Walber Silva e Antenor Lopes), Zé Miguel mostrou o que o público amapaense já conhece: um músico carismático e um intérprete seguro no palco, que sabe interagir com a platéia.

O artista amapaense (principalmente em Pérola Negra) foi acompanhado em coro pelas mais de 200 pessoas presentes ao Mercado Cultural, entre eles, alguns amapaenses radicados no Estado e outros que vieram para outros compromissos, como o delegado de polícia, Claudionor Soares, que estava na capital de Rondônia para participar da eleição da associação dos delegados locais.

Músico e compositor nascido em Porto Velho, Bado, que expressa em sua música as experiências vividas na região amazônica, em mais de 20 anos de carreira, reconheceu o talento do amapaense e a importância de Zé Miguel dentro do projeto Gente da Mesma Floresta.

“Sempre apostei na música amazônica como uma música universal, que abrange a diversidade rítmica presente na cultura do Norte do país. Com outros artistas, como é o caso do Zé Miguel, só faz enriquecer essa experiência”, disse.

Com quatro CDs lançados e vencedor de vários festivais no Amapá, Zé Miguel é hoje, uma das principais referências da música amapaense, que começa agora a conquistar público fora do Amapá. Ex-guitarrista do grupo Setentrionais, a aposta feita por ele, quando decidiu não ser mais um mero coadjuvante, e passou a cantar também e mostrar suas composições, mostram que ele estava certo.

9 de mai de 2010

Movimento Espírita do Amapá vai às escolas debater aborto, drogas e suicídio

Aborto, drogas e suicídio, práticas preocupantes e índices elevados no Amapá levaram o Movimento Espírita do estado a uma ação voltada para a população jovem das escolas. O projeto Semeamar é um ciclo de palestras sobre os três temas, com enfoque baseado na Doutrina Espírita. Para o Espiritismo, as conseqüências dos crimes contra a vida e contra a saúde são físicas e espirituais.

O projeto teve início no dia 21 de abril com um seminário piloto para jovens espíritas. Coordenadores e palestrantes do Semeamar puderam avaliar e aprimorar os conteúdos a serem levados às escolas. O Colégio Amapaense será o primeiro parceiro do projeto. São 42 turmas de ensino médio, cerca de 1.600 alunos nos três turnos.

Os alunos participarão de palestras sobre “aborto” nos dias 10, 18, 25 e 31 de maio. Uma jornada diária de seis palestras – duas por turno, contemplando duas turmas por vez para que o debate se torne produtivo. Os outros dois temas serão abordados no segundo semestre. A diretora adjunta da escola, professora Cleide Dias, considera que “todas as iniciativas de valorização da vida são bem vindas”. O Semeamar foi aprovado pelos professores do C.A. durante o planejamento anual da escola.

Na coordenação da equipe de palestrantes estão profissionais das áreas médica e jurídica. Orientando a palestra sobre “aborto”, a psiquiatra Ana Lúcia Barbosa, que também atua na Associação de Médicos Espíritas no Amapá, em processo de estruturação. Na capacitação dos palestrantes sobre o tema “drogas”, o projeto tem a colaboração do presidente da Federação Espírita do Amapá, promotor Felipe Menezes. A equipe que abordará o “suicídio” conta com o médico Gladstone Gonçalves como coordenador.

As escolas interessadas em promover o ciclo de palestras Sememar, sobre “aborto”, “drogas” e “suicídio”, devem procurar a Federação Espírita do Amapá, que fica localizada na Rua Odilardo Silva, entre as avenidas Procópio Rola e Raimundo Álvares da Costa. A intenção é atender, num período de três anos, a rede de escolas de ensino médio, públicas e privadas.

Serviço:
Movimento Espírita do Amapá
Projeto Semeamar
Palestra espírita sobre “aborto”
No Colégio Amapaense
Dias 10, 18, 25 e 31 de maio
Nos três turnos

8 de mai de 2010

Adamor do Bandolim e Grupo Gente de Choro nesta segunda (10) no SESC Centro

Adamor do Bandolim é caboclo do Marajó, nascido na cidade de Anajás-PA. Músico autodidata, iniciou sua trajetória em 1958, participando de um programa de calouros, na Rádio Difusora de Macapá. Em suas visitas a Belém, conheceu vários chorões da época, Delival Nobre, Edir Proença, Vaíco, Tota, Catiá entre outros. Em 1979 ingressou no Grupo Gente de Choro. Participou depois de grupos como Novo Som, Sol Nascente, Manga Verde, Oficina e no folclórico grupo do Urubu do Ver-O-Pêso.

Em 1983 lançou seu primeiro disco em vinil, Chora Marajó. Em 1999 fez parte do do CD Choro Paraense. Participou ainda de vários projetos culturais como: Música na Praça, Preamar e Seresta do Carmo.


Em 2004 gravou o CD Adamor Ribeiro – Projeto Uirapuru Vol. VII,. Participou do Festival de Choro de Curitiba concorrendo com 91 músicas, ficando com o 17º lugar com a música Choro Brabo. Teve ainda seu nome incluído no livro Trilhas da Música, Editado pela Universidade Federal do Pará. Foi tema de TCC das universidade Federal do Pará e Universidade da Amazônia.


No ano de 2004 participou do projeto Uma Quarta de Música no Teatro do Centur e teve suas músicas editadas em partituras pelo Instituto de Artes do Pará – IAP. No ano de 2006 apresentou-se em Brasília no XVI Sarau de Deputados ao lado do cantor e compositor Nilson Chaves, da cantora Andréa Pinheiro e do pianista Paulo José Campos de Melo.


Em 2007 lançou o CD Choro Amazônico, patrocinado pela Petrobrás. Participou do Projeto de Música Instrumental do Interior, com patrocino da TIM. Recebeu o Prêmio Destaque da Música 2008 entregue no 22º Baile dos Artistas em Belém. Atualmente está gravando seu 4º CD, Lágrimas da Minha Ilha, e foi escolhido para participar do Circuito 2010 do Projeto SESC Amazônia das Artes.

Grupo Gente do Choro

Adamor Ribeiro - Bandolim

Marcelo - Cavaco

Cardoso - Violão de seis cordas

Paulinho Moura - Violão de sete cordas
Amarildo - Pandeiro

Serviço
SESC Amazônia das Artes
Adamor do Bandolim e Gente do Choro
Segunda-feira (10.05)
Às 20 horas
No SESC Centro

2 de mai de 2010

Concurso para quadrilhas tradicionais


As quadrilhas juninas tradicionais terão, este ano, uma programação especial e um concurso organizado pela Federação das Entidades Folclóricas do Amapá – FEFAP. Ao contrário dos atuais grupos estilizados, que desenvolve um tema e suas vestimentas são confeccionadas com cambraia bordada, chinchila, viscose e outros tecidos luxuosos, as tradicionais ainda usam chita, renda, chapéus de palha e dançam o serrote, a maresia, fazem a grande roda e não esquecem o anarriê e o balanciê. “Não deixamos de ser luxuosos por isso, apenas resgatamos os passos antigos e não deixamos que essa parte da história seja esquecida”, explica Sandro Willian, marcador e presidente da Rosa dos Ventos.

As quadrilhas tradicionais nunca deixaram de existir, estão espalhadas em todo o Estado e a FEFAP tem 20 grupos federados que até o ano passado participavam dos concursos, junto com as estilizadas. As diferenças entre os dois estilos, desde trajes até coreografia, fezeram com que a FEFAP decidisse pela divisão no concurso. “Com a separação estamos respeitando o estilo de cada uma. Há alguns anos as tradicionais, como a Rosa dos Ventos, ganharam notas maiores dos jurados e as estilizadas, mesmo com todo o luxo ficavam com notas inferiores. Então, para sermos justos, resolvemos que a partir deste ano seria diferente e nossa proposta foi aceita por todos os grupos”, justifica a presidente da Federação, Daiana Roniely. O concurso das tradicionais será no dia 1º de julho.

Mariléia Maciel
Assessora de Comunicação-FEFAP
Mais informações: 8116-6687

1 de mai de 2010

Show Balé de Luz com Juliele


Por Fernando Canto

O esperado show de Juliele vai marcar uma nova fase na carreira da cantora. “Balé de Luz” é uma referência a tudo aquilo que é banhado pela claridade, que movimenta e intensifica a vida e os cantares dessa diva em aprimoração constante.

O show traz um repertório variado, onde ritmos locais dão a coloração identitária às músicas e que expressa o desejo da artista em se tornar mais amazônica, sem cair naquele regionalismo cru e sem proposta.

Depois de dois anos ausente dos palcos, com raras apresentações, Juliele volta sob o sol equinocial para brindar seu público mais uma vez com sua doce voz, disposta a mudanças e a pintar um novo projeto artístico para a sua mais que cintilante carreira.

O espetáculo é a materialização de um acervo intenso de musicalidade, com arranjos e harmonias brilhantes, mas coroado por sua voz inconfundível.

Com direção musical do Maestro Manoel Cordeiro e direção artística de Túlio Feliciano, o show é um presente para os amantes da boa música.

Ficha Técnica:
Músicos:
Manoel Cordeiro: Violão/Violão Aço/Bandolim
Alan Gomes: Contrabaixo
Fabinho: Guitarra
Bibi Metais: soprano/tenor/flauta
Jefrei: Teclado
Bateria Paulinho Queiroga
Valério de Lucca Percussão
Mestre Nena Percussão

Direção Artística: Túlio Feliciano
Direção Musical Manoel Cordeiro
Direção de Produção: Carlos Lobato
Produção Executiva: Sônia Canto

Realização: Sônia Canto Produções

Serviço:
Data: 08/05/2010
Hora: 22:00h
Local: CHOPERIA DA LAGOA
Mesa c/4 lugares: 80,00
Camarote c/6 lugares: 120,00
Camarote c/10 lugares: 200,00
Locais de Venda:
Sorveteria Jesus de Nazaré
Sonia Canto Produções: Av. Fab, 1070 sala 206 - Fone: 3225-6733 / 8111-0695
Doctor Feet: SHOPING MACAPÁ - Loja 110 - 1º Piso - Fone 3223-8872