19 de jul de 2009

Twitter: primeiras impressões

O Twitter vem na esteira da tendência de dar notícias em poucas linhas, criada por um seguimento do jornalismo americano, que parte do pressuposto de que as pessoas não têm tempo para ler e que por isso precisam de notícia veloz.

Azar de quem não tem tempo para ler. Sou da escola dos que gostam de escrever e de ler por prazer. Não consumo notícia por compulsão. Dá até uma gastura essa sensação. Assim, de cara, esse novo jeito de escrever/ler na internet me causa ansiedade, sensação de vazio de conhecimento, centrifugação da informação, fragmentação da compreensão.

Por enquanto tenho preguiça do Twitter...

7 comentários:

Jac. disse...

Muuuuuita preguiça do Twitter...
Aliás, é Twitter...nem vou!

Nos encontramos, minha amiga,
porque justamente gostamos muito
de ler e escrever!!!
E faço questão de cultivar esse
hábito!

Grande e carinhoso abraço!

Dulcivania Freitas disse...

Nossa, teu blog tá muito bacana!! ainda mais homenageando Roberto Carlos, já ganhou ainda mais pontos comigo.

araciara disse...

Como diz o Caxias, "olha eu vou te falar"... mana esse tal de twitter é uma COISA, passei por lá, dei uma espiadinha e achei a coisa no minimo esquisita, realmente, pra quem gosta de ler, escrever e ser lida, não da para usar.
vamos continuar com os nossos blogs que ja estamos muito bem.
Beijos Marcinha.

Gian Danton/Ivan Carlo disse...

Márcia,
eu também custei a entender o que era o Twitter. Hoje, acho que é uma ferramenta muito interessante, especialmente para mim, que sou viciado em informações. Dica: muitos posts veem com link para quem quiser aprofundar o assunto.

Ana disse...

Marcinha, eu, que sempre ouço o que minha filha Naiara diz, fui na "onda" dela e fiz uma conta no twitter... Resultado: já me deletei porque não tenho ainda espaço para ele na minha rotina de internauta.

Márcia Corrêa disse...

Ivan,

Paradoxo: não sou viciada em informação. Para quem é, certamente quanto mais, melhor. Mas, vou ficar observando.

Ana,

Por mais "mudernos" que sejamos, não chegamos nem aos pés da velocidade com nossos filhos se adaptam às novidades tecnológicas. Então, nos resta respeitar nosso tempo ou destempo, sei lá.

Márcia Corrêa disse...
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