1 de jun de 2009

A menina e o vento


Se eu me apaixonar?
Terá valido a pena.
E se não me apaixonar?
Terá sido uma pena.
Se ele se apaixonar?
Será um caminho de ida.
E se ele não se apaixonar?
Um atalho de volta.
E se nós nos apaixonarmos?
Será uma rara conjunção astral,
nascida de um plano sideral.
Um decreto divino a irradiar luz.

É suficiente ir?
Ir, sentir e vivenciar cada instante.
Sem espreitar o depois?
O depois é insólito até que ocorra.
Então, o depois não existe?
É insondável herança cósmica.

(Imagem: Paul Chesley)

5 comentários:

Kiara Guedes disse...

hum... sentir sentir e sentir, então? eu gosto, nannn, gostar as vezes não é bem a palavra, eu prefiro.

Lulih Rojanski disse...

Eu vou sempre, e depois... depois!
Bj.

Igor Reale disse...

Cara Marcia,

O texto sobre o Itaú Cultural é de autoria minha e não do Paulo Zab como está na postagem.Em parte foi erro meu por não assinar o texto, peço que voce mude a autoria do texto para não causar confusões entre os donos do texto.Aliás, o texto em questão faz parte do blog do coletivo palafita e queria que voce citasse o link quando utilizar alguma informação do endereço.

Bem, é isso.

Igor Reale Alves

PAULO MIRANDA (A Folha) disse...

Como saber se não tentar?

Márcia Corrêa disse...

Igor,
Eu sempre cito as fontes, faço questão. Não percebi nenhum link do Palafita nesse e-mail e o remetende foi o Paulo Zab. Não tinha como advinhar que o texto era seu. Está resolvido.