10 de mar de 2010

UEAP cria curso de pós-graduação na área da arqueologia

O curso de Especialização Latu Sensu que iniciará o programa de Pós-Graduação da Universidade do Estado do Amapá será em Patrimônio Arqueológico da Amazônia, com lançamento do edital no dia 10/03 (quarta-feira), em cerimônia no auditório da instituição, às 10 horas.

Para a oferta do primeiro curso de pós-graduação, a UEAP buscou parceria com o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), que desenvolve um vasto estudo arqueológico na região, a Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SR/IPHAN/AP), órgão do Ministério da Cultura que tem a missão de preservar o patrimônio cultural brasileiro, e Ministério Público do Estado, através da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, Conflitos Agrários, Habitação e Urbanismo da Comarca de Macapá (Prodemac).

O resultado foi a constituição de um quadro de excelência composto por professores e pesquisadores de renome, pertencentes a instituições locais, nacionais e internacionais (IEPA, UNIFAP, Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Service Régional de l’ Archéologie/Guiana Francesa, Universidade Federal de Sergipe (UFS) e Universidade de Lisboa). O período de inscrição inicia no dia 10 e se estende até o dia 18 de março.

De acordo com a coordenadora do curso de Especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia, Mariana Petry Cabral, do IEPA, o objetivo é fornecer aos alunos uma formação geral em arqueologia e história indígena, com foco sobre a região amazônica, buscando fortalecer a capacitação de recursos humanos e a sensibilização de agentes locais para a valorização, proteção e estudo do patrimônio arqueológico.

Segundo a pesquisadora, o programa do curso expressa, ainda, uma “preocupação sobre o papel social dos profissionais que atuam com o patrimônio arqueológico, enfatizando-se suas responsabilidades não apenas com a proteção deste patrimônio, mas também com sua interação com as diversas comunidades que vivem no entorno de sítios arqueológicos, contribuindo para atuações eticamente pautadas no desenvolvimento social e cultural de toda a população”.

ASCOM-UEAP

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