Penso, dobro as mangas e faço por mim no fazer pelo outro. Assim me encontro comigo e amanheço mais ensolarada a cada tempo que vem e passa. Não passo, faço poemas, crônicas, movimentos por um mundo mais limpo, lindo, solidário e justo. Equilíbrio é o que busco andando no fio da navalha, descansando na corda bamba. Amo o quanto aprendi amar e quero mais.
18 de jul. de 2009
Penúrias
(Tela "Model Writing Postcards" de Carl Larsson)
Só porque voltara a escrever,
mesmo que penúrias,
naquela noite não haveria de chorar.
Um comentário:
Anônimo
disse...
...e para quem procura palavras...ainda que emprestadas, também haveria de ser um consolo. Bj!
Um comentário:
...e para quem procura palavras...ainda que emprestadas, também haveria de ser um consolo. Bj!
Postar um comentário